Notícias

Disco Mix - 18-mar-17

 No sábado 18 de março de 2017 teremos uma noite para lembrar os anos 60, 70 e 80: a Disco Mix. Será no Grajaú Tenis Clube (Av. Engenheiro Richard, 83, Grajaú), a partir de 21 h. Ingressos antecipados a R$ 25 na Sede de A Luz no Caminho, ou R$ 30 no momento do evento. Toda a renda será revertida para a Obra Social de A Luz no Caminho - Casa de Ramana.

Mahashivaratri - 27-fev-17

Mahashivaratri, que significa "A Grande Noite de Shiva", é um festival destinado ao Senhor Shiva, o aspecto Destruidor ou Transformador de Deus. Significa "A noite mais auspiciosa", sendo comemorado no mês denominado Paguna no calendário lunar indiano. A Lua (Chandra) é a deidade que, segundo o hinduísmo, rege a mente. Os antigos Sábios observaram que os processos mentais humanos são afetados pelas fases da Lua. Assim, na Lua Cheia, a atividade mental é máxima enquanto na Lua Nova ela é mínima. Então, descobriram que quando observados o controle dos sentidos e a vigília nesta noite especial, era mais fácil dominar a mente e seus caprichos. Há ainda outro aspecto mais singular nesta noite, pois diz-se que é quando Shiva assume a forma do Lingam, para benefício de seus devotos. Também reza a lenda que, neste dia, Shiva se casou com Parvati. Esta comemoração inclui abstinência, jejum e o uso de Vibhuti (cinzas sagradas). Neste ano é comemorado no dia 27 de fevereiro, segunda-feira.   

 

 

Grito de Carnaval - Domingo, 05-fev

Convidamos para uma tarde de pré-carnaval em nossa Obra Social (Rua Juiz de Fora 55, Grajaú), com direito a um almoço especial (R$ 30 a partir de 2 pessoas ou R$ 35 individual), música ao vivo e muita alegria! Vista-se de preto e branco e venha brincar conosco!

Ramana e o esquilo

(07-22-2016 - 23:16) Bhagavan tinha o hábito de alimentar os esquilos que habitavam Arunachala. Certo dia, um esquilo muito ativo e travesso veio buscar comida junto a Ramana que, estando ocupado lendo, demorou um pouco em lhe dar o alimento. Esse indivíduo travesso não comia nada a menos que Bhagavan o colocasse em sua boca. 

Continue lendo aqui.

Ramana: Pai (de família) e Mãe (amorosa)

(30-09-2016 - 13:07) O Bhagavan foi, por muitos daqueles que acorriam aos seus sagrados pés, e é ainda chamado de “Pai” ou até de “Mãe”, essa última expressão apesar de um corpo “masculino” segundo o que a ciência identifica. Afirmam inúmeras obras que Ramana ignorou os apelos de sua mãe, Alagammal, quando esta clamou para que seu filho retornasse ao convívio familiar na cidade, retirando-se de sua morada permanente, “Arunachala”. Permaneceu em silêncio.

Contibue lendo aqui.

A História de Baghavatar Swami

 (26-09-2016 - 11:12) Muitas vezes os ensinamentos e a sabedoria de Bhagavan Sri Ramana Maharshi são ilustrados por curiosas passagens de sua existência. Assim, a história a seguir foi contada por Sri Kunju Swami, devoto de Bhagavan, remetendo à época em que este habitava a Caverna Virupaksha.

Continue lendo aqui.

A Iluminação

(11-09-2016 - 13:24) Em 1879, na pequena cidade de Tiruchuzi, sul da Índia, celebrava-se o “Arudra Darsham” festival que comemora o aparecimento de Shiva (o Ser absoluto) na forma de Nataraja, quando nasceu o pequeno Venkataraman. Este foi o nome dado por Sundaram Ayyar e sua esposa, Alagammal, àquele que seria, mais tarde, conhecido pelo mundo como Ramana Maharshi. Venkataraman cresceu como uma criança normal. Era atlético, gostava de futebol e natação. Na escola era um aluno mediano e na sua infância, leu muito pouco sobre temas espirituais. Porém, em Novembro de 1895, pouco antes de completar dezesseis anos, alguns sinais da real natureza daquele jovem começaram a aparecer.

Continue lendo aqui.

O Pássaro e a Armadilha

 (10-09-2016 - 16:11) A causa de todo o mal e miséria, a partir da experiência do nascimento, é o pleno esquecimento quanto à sua origem. Isto é ilustrado pela história a seguir.

No hall onde Baghavan costumava dar o darshan (benção através do olhar) existia uma chaminé, fechada por todos os lados com malhas de aço, com exceção de sua parte inferior. Um dia, um belo e pequeno pássaro entrou nela pelo topo e ficou preso, sem saber como sair.

Continue lendo aqui.

Eremita religioso pranteado na Índia

 (20-04-2016 - 16:43) A Índia lamentou hoje a morte de um dos seus maiores “Santos Vivos”, e um extraordinário homem do seu tempo, Sri Ramana Maharshi, que morreu ontem à noite aos 71 anos de idade, em seu Ashram em Tiruvannamalai. Sri Ramana foi famoso como um recluso religioso, cuja compaixão e filosofia de auto-abnegação proporcionou-lhe seguidores em muitos países. Seus devotos, em Tiruvannamalai, que incluíam homens e mulheres de muitas nacionalidades, mantiveram-se fiéis à filosofia do Mestre, mesmo quando Ele lhes foi tirado. Como Ele, eles acreditam que a morte não existe, e que apenas a forma física de Sri Ramana havia desaparecido, e seu Ser Interior permanece em um plano elevado. 

Continue lendo aqui.

A iniciação através do olhar

(12-04-2016 - 02:21) Eu me prosternei diante de Bhagavan e me sentei. Naquele exato momento os olhos de Bhagavan se fixaram em mim. Se você quiser olhar para Bhagavan, deve escolher um momento em que Ele não esteja olhando diretamente para você. Quando Seu olhar se detém em você, algo acontece que faz com que se torne impossível que você mantenha seus olhos abertos. A intensidade do “olhar direto” é muito grande para que um ser humano possa suportar. É como se um poder invisível tivesse penetrado em você e abrisse caminho para o seu ser e nada mais existisse além da abençoada consciência do Ser. 

Continue lendo aqui.

Dia a dia com o Mestre

(04-04-2016 12:24) ‘Em Tiruvannamalai o verão dura dez meses’ era o ditado favorito dos devotos no Ashram! Durante maio-junho o sol está com toda força; a terra queima, por assim dizer. Bhagavan jamais usou calçado após sua chegada a Tiruvannamalai. Depois do almoço, todos os dias, caminhava até Palakothu entre 12 h e 13 h 30. O caminho árido, arenoso, tornaria impossível caminhar descalço, todavia, Bhagavan nunca mudava o passo do Seu caminhar, quer chovesse muito ou queimasse o sol. Ele caminhava devagar, mas dizia ao atendente que O seguia: “Corra, corra e refugie-se sob aquela árvore. Coloque sua roupa de cima sob seus pés e fique um tempo sobre ela”. Insistia para que o assistente assim fizesse, enquanto Ele próprio seguia adiante, vagarosamente!

Continue lendo aqui.

O Senhor na forma de Mãe

 (15-02-2016 22:40) Na língua tâmil, o sinônimo de Matrubhuteswara é Tayumanavar, que significa "Senhor na forma de Mãe". Quando Sri Bhagavan autorizou a colocação do lingam no Samadhi da Mãe, Kavyakantha Ganapati Muni, na euforia divina, deu ao lugar sagrado o nome Matrubhuteswara. A respeito deste nome, Bhagavan contou uma história, resumida no Sri Ramanasmaranamrutam, p. 148. O incidente narrado ocorreu durante o período dos épicos. Uma devota estava passando pelas dores do parto e não havia uma parteira ou alguém que pudesse ajudá-la. Assim, o Onisciente Senhor, que reside no coração de todos os seres, apareceu na forma da mãe da devota. Ele a ajudou no nascimento do bebê, e após garantir que a mãe e a criança estivessem bem, desapareceu. 

Continue lendo aqui.

O nascimento do Ramanashram

(06 02 2016 21:27) Quando Sadaiappa Chettiar, um administrador do templo Draupadi Amã, ouviu falar que Bhagavan estava no Samadhi da Mãe (monumento erguido no túmulo da mãe do Maharshi, no sopé do monte Arunachala), ele trouxe o necessário para cozinhar e pediu que Bhagavan aceita-se sua bhiksha, oferenda de alimentos. Ele implorou a Bhagavan explicando que, devido à idade avançada, sua irmã mais velha e outros parentes não podiam subir a colina até Skandasramam (onde Ramana vivia), e esta seria a oportunidade ideal para que pudessem ter o darshan de Bhagavan.

Continue lendo aqui.

Jayanti de Bhagavan

(11 01 2016 12:11)A Imagem do Senhor Shiva foi cerimoniosamente levada em procissão pelas ruas da cidade durante o dia e até tarde da noite. Assim que a Divindade foi reconduzida ao templo, à 1 h da manhã de 30 de dezembro, o primeiro choro de um bebê foi ouvido em uma casa ao lado. Os pais afortunados foram Sundaram Iyer e sua esposa Alagammal. O recém-nascido recebeu o nome de Venkataraman e mais tarde ficou conhecido como Bhagavan Sri Ramana Maharshi. 

Continue lendo aqui

Jayanti de Bhagavan Sri Ramana Maharshi

 (29 12 2015 10:11) A Luz no Caminho - Associação Espiritualista convida a todos para a bênção em celebração ao 136° aniversário do nascimento do nosso amado Mestre, às 19h do dia 30-12-2015, na sua sede, rua Maxwell, 145, Vila Isabel, Rio de Janeiro. A casa estará aberta a partir das 16 h.

Arunachala e as luzes de Karthikai

(14-12-2015-22:55) O Karthikai é aguardado com grande expectativa pelos hindus, particularmente pelos habitantes da região de Tiruvannamalai, onde se localiza o maior templo da Índia dedicado a Shiva. O festival se inicia durante a lua Cheia do mês hindu de Karthikai, e este ano será celebrado no dia 2 de Dezembro.

Após intervir no conflito entre Brahma e Vishnu, Shiva prometeu se manifestar em forma de uma coluna de luz na parte mais elevada do monte, ocasião em que se comemora o festival de Karthikai. A montanha dos mistérios, dos santos, dos sábios, do Santo Sábio e daqueles que além de paz visam aliviar seus fardos, é também o destino de inúmeros peregrinos durante o festival.

Continue lendo aqui.

A Iluminação

 (25-10-2015 - 23:36) Em 1879, na pequena cidade de Tiruchuzi, sul da Índia, celebravase o “Arudra Darsham” festival que comemora o aparecimento de Shiva (o Ser absoluto) na forma de Nataraja, quando nasceu o pequeno Venkataraman. Este foi o nome dado por Sundaram Ayyar e sua esposa, Alagammal, àquele que seria, mais tarde, conhecido pelo mundo como Ramana Maharshi. Venkataraman cresceu como uma criança normal. Era atlético, gostava de futebol e natação. Na escola era um aluno mediano e na sua infância, leu muito pouco sobre temas espirituais. Porém, em Novembro de 1895, pouco antes de completar dezesseis anos, alguns sinais da real natureza daquele jovem começaram a aparecer.

Continue lendo aqui.

Em meu ser sem amor Tu criaste uma paixão por Ti

(14-10-2015 - 00:30) Estava prestes a iniciar-se a 2ª guerra mundial, quando amigos meus enviaram-me alguns livros e fotografias de Sri Ramana.

Sob a influência do escritor francês René Guénon, já havia admitido que todos são essencialmente idênticos ao Ser. A consequência imediata de tal compreensão é a possibilidade de encontrar a Identidade Suprema, atingindo a Unidade. Percebi que a tarefa em questão é o verdadeiro significado da lendária busca heróica do “Shangrilá” exigindo esforço constante num caminho indicado e sob a tutela de um Guru.

Continue lendo aqui.

A você que diz ser devoto

(30-09-2015 - 22:50) Ramana era suave e meigo. Todavia, quando a injustiça invadia os caminhos, no Ramanashram, Ele era impenetrável e não conivente. Era – e continua a ser – o bom guerreiro do bom combate. Poupava as palavras e transbordava amor.

E você? Afinal, você já é capaz de não se acostumar? Já percebeu o quanto é perigoso achar normal o que não é correto e desnecessário?

Continue lendo aqui.

Espírito Imortal

(16-09-2015 - 18:20)  ‘Pois bem’, disse de mim para comigo, ‘este corpo está morto. Será transportado para o crematório e ali queimado e reduzido a cinzas. Mas, com a morte deste corpo estarei eu morto? Serei eu este corpo? Ele está silencioso e inerte mas sinto toda a força da minha personalidade e até mesmo ouço a voz do eu dentro de mim, totalmente apartada do corpo. De modo que sou Espírito transcendendo ao corpo. O corpo morre mas o Espírito que o transcende é imune à morte. Quer isto dizer que sou um Espírito imortal.’

Continue lendo aqui.

Vesak

(01-06-2015 -00:06) A lua cheia do mês de maio desponta com seu magnetismo e esplendor para anunciar o nascimento, a iluminação e o passamento de Sidarta Gautama, é a Vesak. Em alusão à iluminação de Buda, os adeptos da religião enfeitam casas, ruas, e templos com luzes. Outra forma de homenageá-Lo consiste na visita a idosos, deficientes, enfermos e instituições de caridade.

Continue lendo aqui.

Mahasamadhi de Bhagavan

(3-05-2105 - 10:12) Quando Bhagavan deixou o corpo, em 14 de abril de 1950, ninguém podia imaginar os desafios que seriam enfrentados pelo Ashram. Mesmo na véspera da “partida” de Bhagavan, dentre as milhares de pessoas que chegavam para ter o último darshan do Mestre, haviam grupos que planejavam o inconcebível, carregar os restos mortais de Bhagavan e os enterrar em qualquer outro lugar, na esperança de estabelecer um Ashram para eles. 

Continue lendo aqui.

Mahasamadhi

43

 

Gayatri o mantra da Iluminação

(31-03-2015 - 23:14)  O mantra é uma vibração sonora que, quando emitido corretamente, exerce um efeito poderoso no nosso corpo e na nossa mente. É uma palavra de poder, uma palavra sagrada. A sílaba “man” é oriunda de “manas”, que significa mente e a sílaba “tra“ significa aquilo que protege.

Continue lendo aqui.

Shiva e sua simbologia

 (25-03-2015 - 22:02) A fim de compreender o significado de uma divindade hindu como Shiva, precisamos de alguma reflexão. Na maioria das tradições religiosas, Deus é frequentemente descrito como onipresente, onisciente, infinito, imutável, termos que transmitem que Deus é realmente além do que podemos imaginar ou colocar em palavras. No hinduísmo concebe-se que Deus, normalmente chamado de Brahman, é infinito, assim sendo pode manifestar-se de muitas formas.

Continue lendo aqui.

Maha Sivaratri - A Grande Noite do Senhor

(10-03-2015 22:07) Shiva é conhecido como o destruidor ou transformador, isto é, aquele que destrói para construir algo novo. Para que tenhamos o conhecimento, é necessária a destruição da ignorância. Representado como asceta e em posição de meditação, Shiva inspira aqueles que desejam enveredar na prática espiritual. A serpente enrolada ao pescoço simboliza o ego, mero adorno para quem é capaz de dominá-lo.

Continue lendo aqui.

Tu és isso

 (25-01-2015 - 22:19)  Esse eterno em que desaparecem todas as diferenças, cuja natureza é imutável e impartível, sendo, como é, tranquilo como o oceano sem ondas e para sempre livre de todas as limitações, “isso és tu”. Esforça-te para trazê-lo à consciência em teu ser.

Continue lendo aqui.

Os nomes do Mestre

(08-01-2015 - 22:23) Fruto da resplandecência de Mahasena, Ramana, Guru, Corporificação da Consciência Plena, Indivisível, Grande Luz, Predestinado ao nascer, Advento do bem-estar do mundo, Iluminado ao nascer pela Luz de Bhuminatha ou Tirumeninatha, Jóia da Corôa de Parasara Kula, Fruto da penitência de Sundara Iyer, Inspirador de irrepreensível conduta, Adjutório universal pelo usufruto da compaixão da Mãe Divina, Mergulhado na refulgência de Arunachala, Toque áureo...

Continue lendo aqui.

O Nascimento de Grande Luz

(3-01-2015 - 14:31) Conta-se que o Senhor Shiva, na forma de Nataraja, especialmente reverenciado no Templo de Chidambaram (Índia), revelou-se a um simples agricultor da mais baixa classe social (um dalit), dando origem a um importante feriado religioso. Nandanar trabalhava duramente todos os dias e, sendo um dalit, apesar de sua fervorosa devoção, lhe era negado o direito de ir ao templo receber o Darshan (benção através do olhar) do seu Senhor. Depois de muito pedir ao “patrão”, dono das terras, certa manhã ele pôde ir ao templo, porém, foi impedido de entrar por causa de sua posição social inferior. Ele tentou, de fora do templo, ter um vislumbre do Senhor, mas o touro, Nandhi, veículo de Shiva, bloqueva sua visão. O Senhor, então, pediu a Nandhi que se move-se para que Nandanar pudesse ter seu Darshan. O pobre agricultor fundiu-se ao Senhor e, para o espanto de todos alcançou ali a iluminação.

Continue lendo aqui,

Jayanti de Bhagavan

(28-12-2014 - 16:23) A Luz no Caminho - Associação Espiritualista convida para a Beção em celebração pelo Jayanti de Bhagavan Sri Ramana Maharshi. Dia 30 de dezemnbro, terça-feira às 19h. A Casa estará aberta  a partir das 15:30 h.

No ano de 1879, durante a celebração do Arudra Darshan, a Imagem de Shiva Nataraja era reconduzida ao Templo de Bhuminatha em Tiruchuzhi, no sul da Índia, à uma hora da manhã, quando o primeiro choro de um bebê foi ouvido em uma casa próxima. Era Venkataraman recebendo o sopro da vida na bendita forma humana que trouxe até nós, em carne, a divindade que reconhecemos como Bhagavan Sri Ramana Maharshi.

Continue lendo aqui.

O olhar de Bhagavan

 (15-12-2014 - 22:40) Três palavras são utilizadas em Sânscrito para designar a figura do Mestre no Vedanta: guru, âchârya e vaktri. O vaktri é aquele que ora - eloquente, sincera e convincentemente. O âchârya, é aquele que ensina a doutrina. O guru é o iluminador, que mostra ao seu discípulo o que ele não pode descobrir por si mesmo.

Continue lendo aqui.

A Luz de Karthikai

(11-12-2-14 - 23:14) A montanha sagrada, Arunachala, era adorada muito antes de a cultura védica ter penetrado a região sul do território que hoje conhecemos como Índia. Foi na história relativamente recente desta região que as personificações das divindades védicas evoluiram. As divindades primitivas, originais, adoradas nos primeiros tempos eram: o fogo, a água, o espaço, o ar e a terra. Assim, ainda hoje os lugares sagrados associados a essas divindades, mais antigas, encontram-se no Sul da Índia, onde Arunachala é o lugar do fogo.

Continue lendo aqui.

Sad Guru

(7-12-2014 - 09:32) As pessoas pensam que o Mestre está confinado à forma humana, mas não é assim; Sua presença e existência são universais, cósmicas, porque Ele é o Guru verdadeiro (sad guru), e a Verdade (sat). Como tal, não é uma entidade a ser descoberta. Ele esteve sempre com você, mesmo enquanto você esteve suportando todas as aflições da existência. De fato, Eu sou o ‘Eu’ em você; você e Eu nunca estivemos separados, nem nunca poderemos estar.  Continue lendo aqui.

A Prática

 (02-12-2014 - 22:38) “Bhagavan nunca Se permitiu ser enredado em meras discussões e argumentações filosóficas. Se as pessoas eram sinceras, Ele respondia suas perguntas e as auxiliava de acordo com sua capacidade de compreensão. Mas, se vinham para meras argumentações ou discussões, Ele imediatamente os interrompia. Uma vez, veio um sannyasi (monge, asceta) erudito do norte da Índia, e começou a fazer perguntas a Bhagavan em inglês. A princípio Bhagavan respondeu às suas perguntas pacientemente, mas logo se tornou claro que ele tinha vindo apenas para mostrar sua erudição, supostamente superior; assim, Bhagavan finalmente disse: ‘Tudo bem, eu lhe darei um atestado de que você me derrotou na argumentação. Isso o satisfará?’

Continue lendo aqui.

Aham

(10-11-2014 - 21:40) Aham significa autoconsciência; “Eu sou”, como no mahavakya Aham Brahmasmi (Eu sou Brahman), o puro Ser interior. A palavra Aham descende do mesmo tronco da palavra Indo-Europeia egom, que deu origem ao holandês IK e ao inglês arcaico IC e que, mais tarde, perdeu a consoante e transformou-se na primeira pessoa do singular – o pronome “I” (eu), o princípio da individualidade. Assim foi que da palavra raiz com significado Eu sou o Ser, teve origem a palavra eu, que expressa o sentimento de uma individualidade separada, fonte do orgulho, do egoísmo.

Continue lendo aqui.

 

Ramana

 (29-10-2014 - 22:47) Como o sol que brilha igual sobre todos, Bhagavan amava todos os devotos por igual, todavia, diferentes pessoas absorviam Sua Graça de distintos modos e em diferentes graus. Eu desejo retratar aqui um notável devoto de Ramana, Ramanathan Dikshitar, também conhecido como Ramanathan Brahmachari. Uma figura humilde, cheia de fervor e devoção a Sri Bhagavan.

Continue lendo aqui.

A ilusão da experiência do ego

(14-10-2014 - 22:09) Mesmo quando você diz que era autoconfiante, não era assim como disse - você era ego confiante.  No lugar disso, se eliminasse o ego, seria realmente Ser autoconfiante. Seu orgulho era meramente o orgulho do ego. Tanto quanto você se identificar com o ego, reconhecerá também seus outros egos pessoais, e lá haverá lugar para orgulho. Mas desligando-se do ego, os outros egos também se desligarão; assim, não haverá mais lugar para orgulho. Tanto quanto permanecer na mente o sentido da separação, os pensamentos serão aflitivos. Quando tornar a reaver a Fonte original, o sentido de separação irá desaparecer por completo. Sobreviverá então a Paz.

Continue lendo aqui.

Cheiro de Vayragia

Não entres se temes ver-te. Não entres se temes conhecer-te. Não entres se temes calejar a mente no árduo trabalho de transcender. Não entres! Deixa o saguão intocado se não queres perguntar “Quem sou eu?” Estás avisado. Se queres repouso, terás que trabalhar pela tua paz. Se queres alegrias, terás que aprender a não ver tristeza. Se queres amor, terás que cremar paixões e desejos.

Continue lendo aqui.

O bilhete

 (15-09-2014 - 22:03) “Parti em procura de meu Pai em obediência às Suas ordens. Fui-me em virtuosa empreitada, por isso ninguém lamente este, nem desperdice dinheiro a procura deste. Sua taxa escolar não foi paga. Aqui ficam duas rúpias.”

Continue lendo aqui.

O jovem Ramana

(09-09-2014 - 22:42) Quando a humildade e a persistência quiserem te abandonar, lembra-te de que o jovem Ramana comeu na frente de estranhos, aceitou alimento do tamboreiro e comeu o alimento que tocou o chão em que pisam os animais. Mais que isso, comeu do chão, como eles o fariam.

Continue lendo aqui.

O encontro

(29-08-2014 - 23:26) Na manhã de 1 de setembro de 1896, três dias depois de deixar a casa de seu tio, finalmente ele chegou ao seu destino. Com passos rápidos e em um estado eufórico de tanta alegria ele chegou ao grande templo de Arunachala.

Continue lendo aqui.

Krishna Jayanti

 “Eu sou o Ser, Ó Gudakesa (ou­tro nome de Arjuna), que resido no coração de todos os seres. Eu sou o começo, o meio e o fim de todos os seres.” (Bhagavad Gita, capítulo X, verso 20)

O mês de agosto é consagrado ao Senhor Krishna, em homenagem ao Seu nascimento (jayanti), comemorado em uma data móvel que este ano, em muitas regiões da Índia, coincidiu com o dia 17 de agosto. O Sri Krishna Jayanti não é celebrado, porém, no mesmo dia em todas as partes da Índia. Isto ocorre porque existem calendários religiosos regionais e formas distintas de calcular o dia do nascimento do Senhor Krishna.

Ramana cuida

(06-08-2014 - 11:05)  ‘Nós nos refugiamos em ti e sois o nosso único refúgio. À quem mais nos podemos voltar? Se demoras a vir nos salvar, não suportaremos mais. Assim vinde imediatamente, terminar minha penúria e dar-me felicidade".

Continue lendo aqui.

 

Guru Purnima - A Lua Cheia do Guru

(12-07-2014 : 18:00) O Guru Purnima é celebrado na lua cheia do mês de Ashad, período entre julho e agosto no calendário gregoriano. Neste dia, homenageia-se o Guru, aquele que dissipa a escuridão da mente do devoto e que o faz “ver” a luz da realidade. Assim como a lua não tem luz própria, recebendo sua refulgência do sol. Assim é a mente, que recebe a luz da pura consciência, o Atma. Por isso, a lua cheia simboliza a mente do sábio, totalmente banhada pelos raios Daquele que a tudo ilumina – o Ser real. 

Voltemos nossos corações e nossas mentes em direção ao amado mestre

 

Atividades em A Luz no Caminho durante a Copa

(12-07-2014 - 22:52) Para evitar possíveis transtornos, no dia 13 de Julho, sábado, data do próximo jogo do Brasil na Copa do Mundo da FIFA, não haverá atividades em A Luz no Caminho - Associação Espiritualista, no templo da Rua Maxwell 145, Vila Isabel.

Atividades em A Luz no Caminho

(07-07-2014 - 23:32) Para evitar possíveis transtornos, no dia 08 de Julho, terça-feira, data do próximo jogo do Brasil na Copa do Mundo da FIFA, não haverá atividades em A Luz no Caminho - Associação Espiritualista, no templo da Rua Maxwell 145, Vila Isabel.

Atividades em A Luz no Caminho durante a Copa

(09-06-2014 - 23:25) Para evitar possíveis transtornos e dificuldades com os meios de transporte, no dia do primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo da FIFA, 12 junho, e nos dias de jogo no Maracanã, 18, 25 e 28 de junho, não haverá atividades em A Luz no Caminho - Associação Espiritualista, no templo da Rua Maxwell 145, Vila Isabel.

O poder do agora

(02-06-2014 - 22:14) Nós passamos a maior parte de nossas vidas pensando no passado, e fazendo planos para o futuro. Ignoramos ou negamos o presente e adiamos nossas conquistas para algum dia distante, quando conseguiremos tudo o que desejamos, e seremos finalmente felizes. Mas, se queremos realmente mudar nossas vidas, precisamos mudar nesse momento.

Continue lendo aqui.

Mais bondoso que nossa própria mãe

(26-05-2014 - 21:42) No telhado do antigo saguão, os esquilos faziam ninhos. Certa vez, alguns esquilos recém-nascidos caíram de lá sobre o sofá de Bhagavan. Tinham os olhos ainda fechados e o tamanho de cada um não devia ser mais que uma polegada; eram muito avermelhados, de carne fresca e muito macios ao tato. A mãe esquilo ignorou-os. E agora? O que fazer?

Continue lendo aqui.

Ramana carrega o fardo

(19-05-2014 - 22:36)  Ramana carrega sobre Sua cabeça, porque esse é Seu destino, o fardo de todos aqueles que se lançam a Seus pés e O Tomam como único refúgio; a Paz vem naturalmente a todos os que vivem com Ele, quaisquer que sejam os perigos que possam ameaçar Seus devotos.

(Do livro Dia a Dia com Bhagavan, Vol.1 A, Devajara Mudaliar, traduzido pelo Grupo Arunachala, p.23)

A mente

(11-05-2014 - 23:00) Bhagavan certa vez apontou para sua toalha e disse: “Chamamos isso toalha branca, mas a toalha e sua brancura não podem ser coisas separadas; o mesmo se observa entre a iluminação e a mente que se unem para formar o ego. Outra ilustração pode ser feita com o ferro incandescente o qual é comparado a mente. O fogo se identifica com o ferro e este fica rubro e quente.

Continue lendo aqui.

O que é Vedanta

(06-05-2014 - 22:04) Em princípio, poderíamos definir Vedanta como Descoberta – a Descoberta de nós mesmos.

Vedanta é uma tradição de ensinamento transmitido de mestre a discípulo num fluxo perene, desde tempos imemoriais. Assim sendo, Vedanta é uma tradição de Conhecimento. Conhecimento de que?  Continue lendo aqui.

Para a alegria do seu coração

(20-04-2014 - 10:1) Bhagavan raramente costumava sair antes de meia noite para atender a algum chamado da naureza. Uma noite, Ele teve que fazê-lo. Um devoto notou que Bhagavan levou um tempo maior do que o usual naquele dia. Então, no escuro, se aproximou de Bhagavan e escutou um som peculiar, como “slop, slop, slop“. Bhagavan estava falando com alguém: “Basta! Basta! Você ainda não está satisfeito?” Continue lendo aqui.  

 

E assim aconteceu conosco

(17-04-2014 - 01:04) O Inevitável aconteceu naquela tarde de abril de 1950, o corpo amado, que havia sido durante tanto tempo o centro, o foco do olhar de nossos corações, deixou de deleitar nossos olhos. Podemos dizer que Ele está morto? Bhagavan morto?   Continue lendo aqui.

Mahasamadhi

Convidamos a todos para a benção em celebração do Mahasamadhi de Ramana, às 19h 30, na Luz no Caminho, Rua Maxwell, 145, Vila Isabel, Rio de Janeiro. 

Ramana Sad-Guru

(12-04-2014 - 14:58) Sempre houve algum mistério sobre a upadesa, ou instrução espiritual de Sri Bhagavan. Ele não concedia diksha, ou iniciação, na forma usual de impor as mãos ou dar ao discípulo um mantra para praticar. Entretanto, não se depreenda disso que Bhagavan fosse alheio à necessidade de iniciação. 

Continue lendo aqui.

A dor é minha

 (31-03-2014 - 21:48) Os macacos eram um verdadeiro incômodo naquele tempo. Eles causavam estragos com os legumes e outras coisas trazidas pelos devotos. Quando nos queixamos a Bhagavan, Ele disse: “Não faz muitos anos aqui era lar dos macacos. Nós chegamos, limpamos o solo, construímos casas e expulsamos os macacos. Quem são os culpados, eles ou nós?

Continue lendo aqui.

Descobrindo o que se É

(24-03-2014 - 22:02) No dia em que o Guru foi percebido por você, certamente uma palavra passou a fazer parte do seu mundo: meditação.

Ao contrário do que costumamos ouvir, a prática de dhyana (meditação) não tem por finalidade acalmar o sistema nervoso ou criar condições favoráveis para o aparecimento de poderes. 

Continue lendo aqui.

Perturbação durante a meditação

(18-03-2014 - 22:10) Devoto: Suponhamos que haja perturbação durante a meditação, tal como picadas de mosquito. Deveremos persistir na meditação e procurar ignorar a interrupção, tentando suportar as picadas, ou espantar os mosquitos e, então, continuar meditando?

Continue lendo aqui.

 

Maha Sivaratri - A Grande Noite do Senhor

(09-03-2014 - 23:55) Todos os meses, os devotos de Shiva dedicam um dia (a décima quarta noite da “metade escura da lua”) a este deus. Tal dia é conhecido como Shivaratri. Em uma dessas comemorações (que ocorre no mês de Magha – no ocidente recai entre os meses de fevereiro e março) considera-se que é quando a lua tem a menor influência sobre a vida (mente humana).

Continue lendo aqui.

Vasanas (tendências)

 (02-03-2014 - 18:30) “Não seria, verdadeiramente, ignorância conhecer tudo o mais e não conhecer a si mesmo, o Conhecedor?” Quarenta Versos Sobre a Realidade, v. 11.

Continue lendo aqui.

A vida: de ensaio a estreia

Se temes viver, ouve estas palavras: “Todo homem que se esquivar de viver, pagará com a própria vida pelo seu temor. Estão os homens sempre se preparando para a vida e deixam o corpo antes que estejam prontos. Preparam-se, mas não vivem... Continue lendo aqui.

Ação sem apego

(11-02-2014 - 10:35) Certa vez o senhor Rangachari fez perguntas a Bhagavan sobre a ação sem apego ao resultado. Não houve resposta. Logo depois Sri Bhagavan dirigiu-se para o Monte Arunachala e alguns O acompanharam, inclusive o perguntador. Encontraram uma vara cheia de espinhos no caminho e Bhagavan a apanhou, sentou-se à beira da estrada e começou a trabalhar nela lentamente. Continue lendo aqui.

O Mestre e Sua Graça

(03-02-2014 - 21:30) Devoto: O que é a Graça do Guru (Guru-Kripa)? Como pode ela ajudar a Autorrealização?  

Bhagavan: O Mestre é o SER... Algumas vezes um homem torna-se insatisfeito com sua vida e, descontente com o que tem, busca satisfação dos desejos através de orações a Deus, etc. 

Continue lendo aqui.

Qualquer dia é propício

(29-01-2014 - 23:14) “Para a prática da Autoinvestigação, qualquer dia é propício, qualquer momento é bom... não se prescreve nada de especial; qualquer hora, em qualquer lugar deve-se executá-la. Muitas práticas exigem objetos externos e ambiente apropriado, mas na Autoinvestigação nada há a exteriorizar; ao contrário, basta voltar a mente para o interior. Essenciais são a perseverança e a mente voltada para o SER no Coração.”

(Do livro Ramana Amor Supremo, compilado por Vera Carolina, p.96) 

Quem foi ofendido?

(27-01-2014 - 22:26) A Autoinvestigação tem enorme potência na atividade diária. Se você se sente ofendido ou magoado, e se ressente disso, deve perguntar: “Quem foi ofendido? Quem foi magoado? Quem está ressentido? Eu?... Mas, quem sou eu? 

Continue lendo aqui.

Casa de Ramana, a casa de Alice

(21-01-2014 - 21:53) Alice Torquato completou 87 anos no dia 18 de dezembro e a data foi bastante comemorada. Ela nasceu no Espírito Santo, nunca se casou e não teve filhos. Ainda tem parentes em seu estado natal, mas perdeu totalmente o contato com eles. Às vezes sente saudades dos irmãos mas, segundo ela, “isto passa logo”.  Continue lendo aqui.

Privilégios...

 (11-01-2014 - 17:07)

A mesma consideração que Bhagavan concedia às pessoas e animais era dada às coisas inanimadas. Todo movimento e ação tinham que ser executados proveitosamente, da melhor maneira possível. Nada devia ser desperdiçado. Os livros eram meticulosamente encapados. Não hesitava em repreender um assistente se fosse mal aproveitada uma simples folha de papel.

A comida jamais era desperdiçada. Um presente de frutas deveria ser distribuído às crianças, ou dado aos macaquinhos —mas jamais devia ser permitido que as frutas se estragassem.

Quando Bhagavan terminava a refeição, a folha de bananeira ficava tão limpa como se tivesse sido lavada; nem um grão de arroz sequer era lançado fora.

Bhagavan não queria nada especial para si. E assim nos conta Shantammal, uma senhora devota que durante muitos anos serviu na cozinha do Ashram.

“Um dia, quando eu ainda era nova na cozinha do Ashram servi a Bhagavan umas poucas batatas a mais que aos outros. Bhagavan percebeu e ficou muito zangado comigo. Eu não percebia a causa de Sua zanga  e ficava imaginando quem O teria ofendido. À noite, antes que eu me recolhesse, Ele me fez um sinal para que me aproximasse e me perguntou

— O que você fez esta noite?

— Eu não sei, Swami, fiz algo errado?

— Você me serviu mais batatas que aos outros.

— Que importância tem isso? Eu o fiz com amor e devoção.

— Eu fiquei envergonhado de comer mais que os outros. Você veio de tão longe para fazer isso comigo? Você sempre deve me servir menos que aos outros.

— Mas, Bhagavan, como posso tratá-lo pior que aos outros?

— É esse o modo de me agradar? Você espera ganhar graça por um pedaço de batata?

— Perdoe-me , Bhagavan, respeitarei seus desejos.

Uma boa lição foi aprendida e jamais esquecida.”

Do livro Ramana Amor Supremo (Conhecendo Bhagavan), compilado por Vera Carolina, p. 79.

Bhagavan, o grande maestro

(09-01-2014 - 21:04) Um amigo havia emprestado um livro a Luiz de Gonzaga Augusto Martins e feito a ele um pedido: “Veja se consegue compreender este Mestre?”. Era o livro Dias de Grande Paz, de Mouni Sadhu, sobre a vida e os ensinamentos do Maharshi. Luiz ficou profundamente impressionado com a leitura, a ponto de afirmar: “A influência na minha vida foi total”

Continue lendo aqui

A Mãe

(07-01-2014 - 14:20)  “Aquilo que está destinado a acontecer, acontecerá, não importa o que façamos para impedi-lo.” — Palavras de Bhagavan num bilhete à sua mãe.

Continue lendo aqui.

O Nascimento de Venkataraman

(31-12-2013 - 19:12) Nasceu Ele sob favorável auspício, à uma hora da manhã de 30 de dezembro de 1879, dia do Arudra Darshan, no exato momento em que a imagem de Shiva-Nataraja era reconduzida ao templo, após a procissão. Mas, se alguma profecia envolvia aquela criança pelo fato de ter nascido em data e hora tão auspiciosas, os primeiros anos de Venkataraman pareciam desmenti-la. Continue lendo aqui.

Arudra Darshan e o Nascimento de Venkataraman

(18-12-2013 - 18:38) O nascimento do nosso Senhor, como não poderia deixar de ser, foi cercado de sinais que anunciavam a chegada de um Ser Divino.

O menino Venkataraman, que posteriormente viria a ser conhecido como Bhagavan Sri Ramana Maharshi, nasceu no dia do Arudra Darshan (Dia da Visão de Shiva). Neste dia o Senhor Shiva é adorado na forma de Nataraja a ‘Dança Cósmica’ da destruição do ego e nascimento do homem iluminado pela Realização do SER.

O Arudra Darshan ocorre em uma data móvel no mês tâmil de Margazhi (período entre dezembro e Janeiro no calendário Gregoriano), que é determinada pelo posicionamento da estrela Ardra ou Arudra e pela lua cheia. Nesta data, acontece a noite mais longa do ano, a partir da qual os dias passam a ter maior duração do que as noites, simbolizando o triunfo da Luz sobre as trevas.

Que data propícia para o nascimento do nosso amado Bhagavan! Ele, que iluminou como um Farol o caminho a ser trilhado, que nos ensinou a destruição do ego através do autoconhecimento (a pergunta ‘Quem Sou Eu?’), Ele, cuja simplicidade encantadora era apenas um reflexo da Glória interior; Deus ‘contido’ na forma humana, concedendo Seu Darshan a todos que a Ele chegavam.

Foi no momento exato, a uma hora da manhã daquele 30 de Dezembro de 1879, em que, ao fim das festividades do Arudra Darshan, a imagem de Shiva-Nataraja era reconduzida ao templo da pequena Tiruchuzi, no sul da Índia que nasceu Venkataraman.

Este ano o Arudra Darshan ocorre no dia 18 de Dezembro.

HARE RAMANA HARE!!!

Vivekananda, Eu suponho

 (14-12-2013 - 22:59) A presença de Bhagavan era um refúgio de paz. Ele ficava reclinado no sofá, no salão de meditação, e os devotos sentavam-se, todos, à volta do sofá. Para a maior parte dos devotos, a proposta era de manter um completo silêncio. Raramente alguém falava, porque raramente alguém sentia necessidade de falar! 

Continue lendo aqui.

Conhecendo o Hinduísmo

(10-12-2013 - 22:31)  Não se pode entender Hinduísmo como um único conceito. Esta diversidade de questões designam, na verdade, um conjunto de princípios, doutrinas e práticas religiosas que surgiram na Índia, a partir de 2000 a.C.

Continue lendo aqui.

A Casa de Benita

Benita Rodrigues Martins nasceu em 16 de setembro de 1936 e hoje, aos seus 77 anos de idade, é uma das senhoras residentes na Casa de Ramana. Benita nunca se casou, não tem filhos e seu único contato é uma sobrinha, que mora fora do Rio e telefona muito raramente. Continue lendo aqui.    

Tattvamasi (Tu és isto)

(25-11-2013 - 21:14) “As pessoas pensam que o Mestre está confinado à forma humana, mas não é assim; sua presença e existência são universais, cósmicas, porque Ele é o Guru Verdadeiro (SatGuru) e a Verdade (Sat) como tal não é uma entidade a ser descoberta. Ele esteve sempre com você, mesmo enquanto você estava suportando todas as aflições da existência. De fato, Eu sou o Eu em você; você e eu nunca estivemos separados e nunca poderemos estar. Continue lendo aqui.

 

Karthikai Deepam

(16-11-2013 - 22:36) Para celebrar Karthikai Deepam, esta data tão auspiciosa, comemorada este ano no dia 16 de novembro, os devotos acendem lamparinas em suas casa e nos templos. O óleo usado para acender a lamparina simboliza as tendências inatas em cada um, que alimentam e fortalecem o ego. O pavio é o próprio ego. O fogo simboliza a sabedoria espiritual, que queima tanto as tendências (o óleo) como ego (o pavio) e leva o homem à realização da Verdade Suprema. Aniquilar as tendências e o ego no fogo do conhecimento do Ser é atingir a iluminação completa e contemplar a Luz das luzes, Isto é Deepam Karthikai real.

O Festival de Kartikai

(10-11-2013 - 22:18) O Festival de Kartikai, o Festival das Luzes, é celebrado em uma data móvel determinada pelo posicionamento da lua cheia na constelação de Karthikai (Plêiades) com o sol em Vrichika (Escorpião), durante o mês tâmil de Karthikai (meados de novembro a meados de dezembro no calendário Gregoriano). 

A história do Senhor Shiva na forma de luz, originou-se em tempos muito antigos, quando Vishnu e Brahma questionavam sobre quem era o mais poderoso. O Senhor Shiva interveio para mediar a controvérsia, instituindo uma competição.

Manifestando-se como uma grande coluna de luz, uma voz vinda das chamas desafiou  Vishnu e Brahma para que encontrassem o topo e a base do pilar de luz; o que conseguisse seria considerado superior. Vishnu tomou a forma de um javali e escavou profundamente a terra, em busca da base do pilar de luz, enquanto Brahma, tomando a forma de um cisne, voou alto, em direção às estrelas, buscando seu topo. Muitos séculos se passaram até que Vishnu, parando nas profundezas da terra, em meditação, começou a perceber, com modéstia, que o pilar luminoso era a própria luz da consciência e transcendia os três mundos e os três tempos, sendo sem limite, além de qualquer compreensão. Brahma voou para além das estrelas e, à medida que seu orgulho crescia, arquitetou um plano para enganar o Senhor. Apossando-se de uma flor de pinheiro que caía do alto, ele a presenteou ao Senhor, alegando tê-la apanhado do topo da coluna. Mas o Senhor o puniu por sua trapaça, decretando que nenhum templo deveria ser dedicado a Brahma. Mas Vishnu também havia falhado em descobrir a base da coluna e assim, ambos, agora humildes, inclinaram-se diante do Senhor, implorando perdão pela sua presunção. Enquanto a luz brilhava com tal esplendor que todos que a contemplavam eram forçados a proteger seus olhos, Vishnu e Brahma suplicaram a Mahadeva (Shiva) que diminuísse seu brilho, para que os seres terrenos e celestiais pudessem adorá-lo e assim se libertarem da escuridão da ilusão. O Senhor levou em consideração o pedido de ambos e permitiu que a coluna de fogo arrefecesse, tornando-se em sucessivas eras, um lingam de diamante; de ouro e, finalmente, um lingam de pedra – a montanha de 2.600 pés que vemos hoje. O poder purificador da peregrinação a esta montanha sagrada é tão grande, que os Puranas declaram que se necessita apenas ver o monte à distância para estar certo da libertação nesta experiência. O Senhor Shiva proclama: “No momento em que a montanha é vista, sua ignorância é destruída! Seu poder dá visão ao cego, habilidade de caminhar ao coxo, filhos a quem não os tem e fala ao mudo.” Arunachala confere todos os poderes, cura todas as doenças, destrói todos os pecados e concede todos os benefícios. "Todos os anos, durante o Kartikai, aparecerei no cume deste monte na forma de uma coluna de fogo. Aqueles que virem este fogo e meditarem sobre ele, realizarão em si mesmos a Grande Luz.” Arunachala Mahatmya, em Arunachala do Fogo Dourado. Ramanasramam, 2011

Dia 8 de novembro, teve início o Festival de Kartikai na Índia.

Adwaita

(07-11-2013 - 22:47) Adwaita (Adweita) = Não dualidade. Representa o mais elevado grau a que chegou o pensamento espiritual da Índia. Professa o Monismo, ou seja, a não dualidade e prega – não que o mundo seja ilusório, mas que é ilusória nossa percepção do mundo. Considera, Deus, o Universo e o homem como uma unidade. Continue lendo aqui.

Felicidade

(05-11-2013 - 23:25) Felicidade é a natureza do Eu (Divino); ambos são a mesma coisa. A única felicidade real é a do Eu (Divino). Esta é a verdade. Não há felicidade em quaisquer objetos do mundo. Por causa da nossa ignorância imaginamos que a felicidade tem origem neles. 

Continue lendo aqui.

A mente

(04-11-2013 - 22:54)  Bhagavan certa vez apontou para sua toalha e disse: “Chamamos isso toalha branca, mas a toalha e sua brancura não podem ser coisas separadas; o mesmo se observa entre a iluminação e a mente que se unem para formar o ego.

Continue lendo aqui.

Livre de problemas

(31-10-2013 -  22:26) A presente dificuldade consiste em o homem pensar ser o agente da ação. Mas isso é um erro. É o Poder Supremo que faz tudo; o homem é apenas uma ferramenta. Se aceitar esta posição, ele ficará livre de problemas. Continue lendo aqui.

 

Nunca falar mal de terceiros

(30-10-2013 - 22:07) Bhagavan nunca gostou que as pessoas falassem mal de terceiros e tomava a defesa da parte acusada. Uma ocasião, uma senhora devota rica adotou um garoto abandonado, mas após algum tempo ele desapareceu com algumas de suas joias. Quando ela fez queixa a Bhagavan, ele disse: “Suas joias a fizeram perder seu garoto.”

 

Continue lendo essa história aqui.

A persistência de um esquilo

(29-10-2013 - 23:52) Você nem imagina quanta liberdade nosso irmão esquilo tem com Bhagavan! Dois ou três anos atrás, entre os esquilos, havia um muito ativo e travesso. Um dia aconteceu que quando ele veio buscar comida, Bhagavan estava lendo e, portanto, ocupado e por isso demorou um pouco a dar comida para ele. Esse indivíduo travesso não comia nada a menos que o próprio Bhagavan colocasse na sua boca.

Continue lendo essa história aqui.

Um lar onde sobra amor

(28-10-2013 - 21:46) A doação é uma ferramenta básica da filantropia, mas o conceito encontra várias definições na Casa de Ramana, na Rua Juiz de Fora 55, no Grajaú.

 

Continue lendo essa história no jornal O Encontro deste mês.

Cuide apenas de você

(01-10-2013 - 07:42) Certo dia, um dos devotos veio a Bhagavan e disse, em um excitado murmúrio: “Veja, Bhagavan! Olhe para aquele homem!” Todos se viraram para olhar. Vimos um homem que estava cochilando, balançando para frente e para trás.

Continue lendo essa história no jornal O Encontro deste mês.

A verdade

(22/09/2013 - 21:32) Vê a verdade, quem vê todos os seres, nos três mundos, como sua própria família, merecedora de simpatia e proteção. Leia mais.

A Casa de Ramana

(06/09/2013 - 21:40)  No dia 1º de Abril de 2013, Ines foi acolhida na Casa de Ramana, agradecendo sinceramente por ter sido escolhida pelo Mestre. Ela se recupera muito bem e está integrada com as idosas residentes e interagindo com as atividades desenvolvidas pelos voluntários. Leia mais.

Hinos de louvor a Ramana

 (02/09/2013 - 22:35) No dia 1 de setembro de 2013, domingo, A Luz no Caminho - Associação Espiritualista comemorou, com uma Benção, a chegada do Mestre a Tiruvanamalai. Os devotos se emocionaram ao cantar hinos de louvor a Ramana e ouvir sobre a jornada de Venkataraman em busca de seu Pai Arunachala-Shiva.    Leia mais no encarte - A Jornada do Mestre, disponível para download aqui.

O Senhor Krishna

 (25/08/2013 - 23:00) O Nascimento do Senhor Krishna é comemorado em uma data móvel no mês de Sravana, que corresponde a um período entre agosto e setembro no calendário gregoriano. Pois foi neste período abençoado, consagrado ao Senhor Krishna, que teve lugar a jornada do jovem Venkataraman em direção ao Templo de Arunachala.    Leia mais no encarte - A Jornada do Mestre, disponível para download aqui.  

O Guru conhece todos e cada um

 (13/08/2013 - 11:00) O Guru conhece todos e cada um, e ainda assim, concede sua própria orientação. Com sua infinita compaixão olha a todos com uma visão de perfeita igualdade, de modo que cada discípulo, de sua maneira livre e pura possa se elevar às grandes potencialidades espirituais.

  O Círculo de Estudos de julho foi sobre os Sadhakas (discípulos praticantes). O material distribuído está disponível para download aqui

 

 

 

A firme visão de si mesmo

“A mais elevada devoção é a firme visão de si mesmo, livre de noções, que ocorre devido à força do conhecimento da não-dualidade”. (Upadesa Saram, Ramana Maharshi). Leia mais. 

Guru Purnima

No Guru Purnima, comemorado na lua cheia do mês de julho, que este ano cai na segunda-feira, dia 22, são oferecidas homenagens a todos os Mestres Espirituais na figura de Vyasa que, ao compilar os Vedas, transmitiu ao mundo a sabedoria da Sanatana Dharma (Religião Eterna).

O Guru é aquele que dissipa a escuridão da mente do discípulo e Purnima significa Lua Cheia. Assim como a lua recebe a luz do sol, o Guru está totalmente imerso na Luminosidade do SER REAL, está “cheio” da Luz do Espírito.

O nosso Guru, Bhagavan Sri Ramana Maharshi, veio ao mundo iluminar como um farol o caminho a ser trilhado por nós. Certa vez, corrigindo um devoto, explicou que a Benção concedida através de Seu olhar não fluía simplesmente de Seus olhos, mas que era projetada por Ele em benefício dos devotos. Alegremo-nos então, Ele projetou sobre nós o Seu sagrado olhar de Luz! Guru Purnima é dia de agradecimento!

Hare Ramana, Hare Ramana, Ramana Hare!

 

Eu sou o começo, o meio e o fim de todos os seres

(30-06-2013 15:55) Fala Krishna: "Eu sou o Ser, Ó Gudakesa (outro nome de Arjuna), que resido no coração de todos os seres; Eu sou o começo, o meio e o fim de todos os seres."

Bhagavad Gita, Capítulo 10, Verso 20

 

O Círculo de Estudos de junho foi sobre a Yoga do Bhagavad Gita. O material distribuído no encontro já está disponível para download aqui.

Eu não sou o corpo-mente

(19-06-2013 - 15:00) Sri Cohen passou seus últimos dias dentro do ashram. Todas as tardes, eu o encontrava e ouvia enquanto falava do nosso mestre e seus ensinamentos. Física e mentalmente ele estava ficando muito fraco, especialmente depois de uma queda, quando ele imaginou que tinha ficado coxo, embora os doutores o tivessem examinado e dissessem que não houvera fratura nem outro dano em sua perna.

 

Eu tive que ficar longe do ashram por uns dois meses e quando voltei vi Sri Cohen num estado muito pior e confinado numa cadeira de rodas. Sua fala já não era coerente: "Veja, Ganesa, eu estou mutilado. Todavia, a administração de repente me mudou para o sétimo andar e lá não tem água. O que posso fazer?" - "Eles dizem que me deram um quarto exclusivo, mas veja, de noite quase 12 pessoas dormem nele, acocorados ao meu redor." - "Não pense que só há um Kannan (servente), há nove Kannans, todos com a mesma cara!"

 

Eu chorei ao ver seu estado patético e disse: "Sr. Cohen! O senhor é o sadhak mais inteligente que já encontrei. Por que está falando de modo tão incoerente?" Ele então aprumou-se e, olhando diretamente meu rosto, disse: "Quando o corpo fica velho, você perde o controle sobre ele. E o mesmo sobre a mente. Mas você não é o corpo e você não é a mente! Portanto, não dê importância nenhuma ao modo como a mente e o corpo se comportam. Eles não são 'eu'." Fiquei atônito quando ele disse isto, pois uns minutos antes estava falando puros disparates! Então, perguntei-lhe: "Se você não é o corpo nem a mente, quem está falando comigo? Quem é você? Em que estado você está agora?"

 

"Eu sou puro espírito, testemunhando o que acontece através do corpo e da mente. Não tenho nada a ver com eles. Eu estou na presença de meu mestre: Guru Ramana, desfrutando de Sua benigna e bem-aventurada presença! Eu sou puro ananda!" Ao pronunciar estas palavras, eu vi um Sri Cohen diferente, aquele que nós conhecemos durante anos com todo seu brilho e serenidade.

 

Após algum tempo, começou novamente a falar de forma incoerente. Isto foi uma grande revelação, uma demonstração de laboratório clínico do fato "eu-não-sou-o-corpo-mente"!

 

Momentos Recordados - Reminiscências de Bhagavan Ramana, Sri V. Ganesan

Material de palestra disponível para download

(25/05/2013 - 22:00) "Fazei de vós mesmos uma luz. Confiai em vós mesmos, não dependais de ninguém. Fazei destes ensinamentos a vossa luz. Considerai o vosso coração, pensai em sua inconstância. Como podereis cair na ilusão e alimentar o orgulho e o egoísmo, sabendo que isto conduz ao sofrimento?" Buda

 

 O Círculo de Estudos de maio foi sobre os ensinamentos do Senhor Buda. O material distribuído no encontro está disponível para download aqui

 

Senhor Buda é o tema do Círculo de Estudos de maio

(24/05/2013 - 9:00) O Festival de Vesak celebra o nascimento, iluminação e morte do Senhor Buda. Ele é comemorado na lua cheia de maio, que este ano ocorrerá entre os dias 24 e 26. Assim como Bhagavan, Buda nos ensinou que o apego à ilusão ata o homem ao ciclo de nascimento, velhice e morte; e que a iluminação traz a libertação.


 


Os ensinamentos do Senhor Buda são o tema do próximo Círculo de Estudos. O encontro é gratuito e está marcado para amanhã, 25 de maio, às 19h. Estão todos convidados. Namastê!

Nada existe além de mim mesmo

(23/05/13 - 10:15) Algumas vezes, Bhagavan era surpreendido olhando para algo pela janela do salão. Certa vez, um devoto perguntou a Ele: “Para onde o senhor está olhando? É a luz? Ou é Arunachaleswara?” A esta pergunta Bhagavan respondeu: “O que você quer saber? Estou olhando para mim mesmo. Afinal nada existe além de mim mesmo”.

 

Assim, Bhagavan afirmou (expôs) a essência da teoria da não-dualidade. Para as mentes e olhos humanos, imperfeitos, o monte Arunachala parece ser feito apenas de rochas e pedras. Mas para Bhagavan, era a manifestação do divino conhecimento, a corporificação do Ser. Leia mais

O monte Arunachala e o sábio de Arunachala

(23/05/13 - 10:00)  Quando estudamos a vida de Bhagavan, fica claro que Ele nunca se considerou como separado do monte, já que ele considerava o monte como a manifestação do Ser. E podemos dizer que o monte tomou a humana forma para espargir a mensagem divina entre as pessoas do mundo. Continue lendo aqui.

A mais potente manifestação do Senhor Shiva

O amor e reverência (respeito) por Arunachala eram tão grandes que Suas canções em louvor ao monte tem uma doçura especial. Ramana jamais se cansou de exaltar (louvar, elogiar) a grandeza da montanha. Em vária ocasiões Ele declarou que Arunachala era a mais potente manifestação do Senhor Shiva. Continue lendo aqui.


 


 

Arunachala Shiva

Naquela noite, momentos antes do fim chegar, inesperadamente, alguns devotos sentados fora do saguão começaram a cantar Arunachala Shiva, Ele abriu os olhos, dirigiu a eles um breve sorriso de ternura indescritível e do canto de Seus olhos lágrimas abençoadas rolaram, um último suspiro e nada mais. Continue lendo aqui.

Bhagavan salve-me

Ver o olhar de Bhagavan – pleno de Graça – é em si mesmo a Fonte da Felicidade e Alegria. Devotos de todas as partes do mundo vinham à sua presença para receber este “revelador do SER” olhar de Graça. Seu olhar dava um “antegozo de Eternidade”, instantaneamente, a mais de uma alma ansiosa. Durante a doença de Bhagavan, grande número de devotos permanecia na fila para ter o Darshan (Benção através do olhar) de Bhagavan. A fila era tão grande que uma pessoa não podia ter mais de um segundo ou dois de Seu Darshan. Continue lendo aqui.

Quem sou eu?

No livro Jnana Yoga, Vivekananda nos fala da necessidade de trazer ao estado consciente todas as Vasanas (tendências) que jazem, acumuladas, no nosso inconsciente, e que se apresentam sob a forma de hábitos não superados, limitações e, algumas vezes, até, de estados doentios. Ele fala sobre a necessidade de se fazer isto, mas não nos diz como fazê-lo. É então que Ramana se nos apresenta a pergunta “Quem sou eu?”. Continue lendo no jornal O Encontro.

A Invocação

A Luz no Caminho – Associação Espiritualista promoverá no dia 13 de abril um evento religioso-filosófico que contará com a apresentação de mantras, uma palestra sobre o Advaita Vedanta e o lançamento do livro sobre a oração proferida nas reuniões doutrinárias da Casa – a Invocação.


 A proposta da obra “A Invocação: reflexões sobre uma poderosa oração”, de autoria de Daniel Soares Filho (2013), é apresentar os versos dessa prece através de reflexões e algumas explicações do seu conteúdo.


A origem dessa oração encontramos, por exemplo, no capítulo 1 do livro, resumidamente citado a seguir: 


'Os ensinamentos de Bhagavan têm como base a linha filosófica do Advaita Vedanta (a não-dualidade) e encontram respaldo em outros Santos Sábios da Índia, sendo o monge Sri Shankara (686-718 d.C.) um dos mais expressivos. Foi, então, a partir da tradução de um dos seus livros, pelo Grupo Arunachala, que “nasceu” a Invocação. A “Joia Suprema do Discernimento” (Viveka Chudamani) escrito originalmente em forma de versos traz o cerne dos conceitos encontrados neste mantra que será alvo de nossa análise aqui no livro.' 


Portanto, acreditamos que o convite para prestigiar o evento será não só uma oportunidade de ajudar a Obra Social CASA DE RAMANA, como também conhecer um pouco da história de A Luz no Caminho. Vale à pena conferir!

Assembleia Geral Ordinária.

No dia 26 de março de 2013, às 19h 30, A Luz no Caminho - Associação Espiritualista realizará sua Assembleia Geral Ordinária. Na ocasião, a diretoria da Casa prestará contas sobre as atividades referentes ao ano de 2012 e os novos diretores tomarão posse. Compareça, participe!

A Invocação

A Luz no Caminho – Associação Espiritualista promoverá no dia 13 de abril um evento religioso-filosófico que contará com a apresentação de mantras, uma palestra sobre o Advaita Vedanta e o lançamento do livro sobre a oração proferida nas reuniões doutrinárias da Casa – a Invocação.


 A proposta da obra “A Invocação: reflexões sobre uma poderosa oração”, de autoria de Daniel Soares Filho (2013), é apresentar os versos dessa prece através de reflexões e algumas explicações do seu conteúdo.


A origem dessa oração encontramos, por exemplo, no capítulo 1 do livro, resumidamente citado a seguir: 


'Os ensinamentos de Bhagavan têm como base a linha filosófica do Advaita Vedanta (a não-dualidade) e encontram respaldo em outros Santos Sábios da Índia, sendo o monge Sri Shankara (686-718 d.C.) um dos mais expressivos. Foi, então, a partir da tradução de um dos seus livros, pelo Grupo Arunachala, que “nasceu” a Invocação. A “Joia Suprema do Discernimento” (Viveka Chudamani) escrito originalmente em forma de versos traz o cerne dos conceitos encontrados neste mantra que será alvo de nossa análise aqui no livro.' 


Portanto, acreditamos que o convite para prestigiar o evento será não só uma oportunidade de ajudar a Obra Social CASA DE RAMANA, como também conhecer um pouco da história de A Luz no Caminho. Vale à pena conferir!

Mahashivaratri

Mahashivaratri, que significa "A Grande Noite de Shiva", é um festival destinado ao Senhor Shiva, o aspecto Destruidor ou Transformador de Deus. O festival é comemorado no mês denominado "Paguna" no calendário lunar indiano e, este ano, será celebrado no dia 10 de março. Diz-se que é quando Shiva assume a forma do Lingam, para benefício de  Seus devotos. A forma do Lingam (que significa “símbolo”) simboliza tanto Sua forma, como Sua ausência de forma, por não ter cabeça e membros como outras imagens. Leia Mais aqui.

Ramana vive

Indubitavelmente, encontramos hoje, em Tiruvannamalai, a mesma paz daqueles dias em que Bhagavan estava entre nós. Algumas pessoas dizem que a percebem agora mais forte do que antes; elas eram distraídas pela Sua forma e, agora que não há mais distração, elas desfrutam, imperturbáveis, a bênção de Sua maravilhosa presença. Não disse Ele, naqueles últimos dias tristes: “Dizem que estou morrendo. Morrer! Estarei mais vivo que nunca!”? E assim é. Leia mais aqui.

 

Meditação

Meditação é a intenção de entrar em um outro mundo e o desejo de focalizar a atenção nesse "outro mundo". Que outro mundo será esse? Nosso próprio mundo interior.


A meditação nos concede uma "reorientação" da mente. Nós "sabemos" que aquilo que pretendemos alcançar já existe potencialmente, mas temos que nos esforçar para alcançá-lo. Essa "reorientação" ocorre quando a limitada consciência pessoal se funde ao Ilimitado Todo Cósmico. Continue lendo aqui.

Jayanti de Bhagavan Sri Ramana Maharshi

O salão estava banhado por um silêncio especial... inspirado pelo Olhar do Mestre. E nós devotos, como sempre, fomos os grandes presenteados da noite. Estas ocasiões nos recordam de que somos eternamente gratos, de que nascemos a cada dia em que pronunciamos o nome de Bhagavan Sri Ramana Maharshi! Nasceu o nosso Salvador. Hare Ramana Hare

Festival de Kartikai

Mãe Uma cobriu os olhos de Shiva com suas mãos, o que resultou num grande dilúvio Universal. Shiva repreendeu Uma e ordenou-lhe que fosse ao mundo para expiar o seu ato. Portanto, Uma fez penitências em Arunachalam sob a guia do Rishi Gautama. Durante essa penitência, ela encontrou Mahishasura. No dia de lua cheia de Kartikai, Shiva abençoou-a com a luz de Seu Ser. Continue lendo aqui.

CDs foram relançados em jantar beneficente

Os CDs Kartikai e Paz foram relançados em grande estilo, durante jantar beneficente realizado por A Luz no Caminho - Associação Espiritualista, no dia 10 de novembro, no Rio de Janeiro. Os CDs trazem canções devocionais inspiradas por instrumentos da associação e devotos do Maharshi no Brasil. Leia mais aqui.

Trimurti foi tema do Círculo de Estudos

 No dia 27 de outubro, A Luz no Caminho - Associação Espiritualista realizou mais um Círculo de Estudos, cujo tema foi "Conhecendo a Trimurti". Ele foi apresentado pelo irmão Surya, que também distribuiu material impresso sobre o assunto. Clique aqui para ler o texto.

E surgiu A LUZ NO CAMINHO...

No dia 3 de Maio de 2012, com muita emoção e envolvidos por um profundo sentimento de gratidão ao Maharshi, comemoramos os 40 anos de fundação de A LUZ NO CAMINHO – ASSOCIAÇÃO ESPIRITUALISTA.

Março/2012

No mês de março de 2012, recebemos a visita da Sra. Malini Kumar, neta do médico que cuidou de Sri Bhagavan. Ela visitou o templo de A Luz no Caminho e também as nossas vovós da Casa de Ramana, e nos falou sobre seu contato com o Mestre.

Contou-nos como chamava carinhosamente Bhagavan de Tata, vovô quando era pequena e de quão felizes eram os momentos em que desfrutava da Presença do Mestre, em Sri Ramanasramam. Para todos nós devotos de Bhagavan, foi uma grande emoção recebê-la.